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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Paraplégicos podem andar novamente usando “calças-robóticas”

Batizado de ReWalk, aparelho ajuda pessoas paralizadas a andar e até subir escadas




Pessoas que sofrem de paralisia da cintura para baixo podem ter ganhado uma esperança de andar novamente graças a um par de “calças-robóticas” inventadas pelo israelense Amit Goffer. O próprio criador sofre de paralisia causada por um acidente de carro em 1997. O acidente o inspirou a criar um aparelho que o libertasse da cadeira de rodas.


Batizadas de ReWalk, as calças usam sensores e motores para permitir que paraplégicos possam andar e até subir escadas. Usadas por cimas das roupas, as calças são equipadas com juntas motorizadas ativadas pelos sensores, que respondem a movimentos súbitos da parte superior do corpo o ajuste da estabilidade é feito com ajuda de muletas.

Goffer fundou a empresa Argo Medical Techonologis para comercializar o aparelho que estará disponívei a partir de janeiro de 2011 em centros de reabilitação ao redor do mundo, depois de vários anos de testes em clínicas de Israel e dos EUA. O custo das calças-robóticas é alto: US$ 100 mil por unidade.

Apesar de criador da tecnologia, Goffer não poderá fazer uso dela, pelo menos não dessa versão. O acidente que sofreu o deixou paralisado do pescoço para baixo e o aparelho depende de movimentos das mãos e dos ombros para ser operado. Goffer, no entanto, já está trabalhando em uma versão para tetraplégicos.

No site do jornal The Daily Mail é possível ver um vídeo do ReWalk em ação

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Incrível!!!

Haidar Taleb, habitante dos Emirados Árabes Unidos, vai bater um recorde no Guinness Book viajando cerca de 322km no deserto em uma cadeira de rodas que ele mesmo construiu.


Você já ouviu falar de Haidar Taleb? É bem provável que não, mas preste atenção a este nome, pois este homem está prestes a realizar um grande feito. O senhor de 47 anos, que possui uma deficiência motora desde os quatro, fruto de uma poliomielite, irá cruzar aproximadamente 322km de deserto em uma cadeira de rodas equipada com um painel de energia solar.

Haidar Taleb é um cidadão dos Emirados Árabes Unidos e construiu todo o mecanismo de geração de energia que equipa a sua cadeira de rodas. Com a façanha, iniciada essa semana, ele baterá o seu próprio recorde no Guinness Book de maior trajeto percorrido com uma cadeira de rodas movida à energia solar.

Esperança e positivismo

Ele diz que o seu objetivo é atrair atenção da comunidade para as pessoas com algum tipo de deficiência física e mostrar uma mensagem otimista de que não importa as dificuldades, e sim a determinação para fazer o que for desejado, independente das limitações.

Ele viajará durante 11 dias através dos Emirados Árabes Unidos em sua cadeira de rodas, escoltado por carros de suporte com a sua equipe. Eles pretendem parar em cidades para visitar escolas e instituições e conhecer a necessidade de pessoas como ele.

O inventor diz que sonha com o dia em que todas as pessoas terão acesso a cadeiras como a sua, para que a mobilidade seja aumentada sem prejudicar o meio ambiente, usando energia 100% limpa. A cadeira de Haidar Taleb usa quatro baterias que são carregadas usando a energia solar e servem para mantê-la funcionando por até seis horas em dias chuvosos ou mesmo na parte da noite.

Acompanhe Haidar Taleb

Para acompanhar a jornada de Taleb, você pode acessar o seu site, constantemente atualizado e completamente em inglês, o “Be with Haidar”. Lá você pode ver fotos e saber mais sobre o inventor. Acompanhe também o seu twitter, @bewithHaidar.

sábado, 9 de outubro de 2010

FISIO ACTION: Pioneirismo na Recuperação da Lesão Medular

A FISIO ACTION é uma clínica de fisioterapia localizada em São Paulo, com ótima infraestrutura e tratamentos personalizados.Uma de suas especialidades é o programa específico para recuperação da lesão medular (LM). Este programa é dirigido pelo fisioterapeuta Enio Kanayama, 38 anos, formado há 17 anos pela USP, com especializações no Brasil e no exterior, onde há 12 anos vem recuperando a LM, fazendo vários para e tetraplégicos serem independentes, e até voltarem a andar.
O começo deste trabalho foi em 1997, quando um amigo sofreu um acidente, ficando tetraplégico. Alguns meses depois, ele deu início a um tratamento baseado no método cubano, no qual são realizados exercícios vigorosos, em pé, e que acreditava na recuperação das lesões. Kanayama começou a aplicar em outros pacientes o que havia aprendido ao cuidar do amigo e em 2005 iniciou um tratamento com um cliente tetraplégico. Com 1 ano ele já estava no andador e mais seis meses foi para as muletas canadenses.
Buscando sempre novas técnicas, em março deste ano Kanayama foi aos Estados Unidos, no centro para recuperação da lesão medular chamado Project Walk, e realizou treinamento com os criadores do método Dardzinski, sendo o primeiro latino americano certificado por eles. Kanayama pôde aprender a técnica com detalhes, com manobras que proporcionam muita contração muscular e controle de espasmos.
Fez provas escrita, oral e prática e foi aprovado em todas. Descobriu que os criadores faziam um trabalho parecido com o método cubano, porém mais organizado, dividido em 5 fases.
Pessoas de todo o Brasil vêm para se tratar na Fisio Action, usufruindo da experiência do Dr. Kanayama, mais o método cubano e Dardzinski, experimentando o que há de mais eficiente no mundo em termos de
recuperação da LM. Meus pacientes têm ficado muito satisfeitos em saber que conseguem realizar vários exercícios de forma intensiva, e notam melhoras significativas.

Tecnologia permite que cadeirantes fiquem em pé

Esqueleto externo capta movimentos do corpo da pessoa através de sensores e permite movimentação das pernas mecânicas

Sexta-feira, 08 de outubro de 2010 às 12h20


Uma novidade tecnológica foi desenvolvida pela Berkeley Bionics para permitir mobilidade diferente a cadeirantes. Trata-se de um exoesqueleto que capta movimentos humanos e possibilita que o indivíduo fique de pé e se locomova sem a necessidade de outra pessoa.
O eLEGS, como é chamado, é movido à bateria e utiliza sensores para captar a movimentação do corpo. Pode ser utilizado por pessoas entre 1.60m e 1.95m, com peso médio de 99kg.
Inicialmente, o dispositivo será utilizado em centros de reabilitação por volta do segundo semestre de 2011. A pretensão é de que até 2013 tenha início a comercialização em larga escala.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Pesquisadores começam testes com células-tronco em pacientes paraplégicos

Pesquisa desenvolvida em hospital de Salvador em parceria com a Fiocruz pretende trazer melhora de alguns movimentos para pacientes que passarão por cirurgia.

Pesquisadores do Centro de Terapias Celulares do Hospital São Rafael, na Bahia, parceria com a Fiocruz, vão começar, este mês, os primeiros testes com células-tronco em pacientes paraplégicos.


A pesquisa é desenvolvida em um hospital de Salvador, onde está um dos mais modernos centros de terapia celular da América Latina.

Cães e gatos com paralisia nas patas traseiras receberam injeções de células-tronco mesenquimais, que têm grande capacidade de se transformar em vários tipos de tecido. Todos tiveram melhora na musculatura que controla o fluxo de fezes e urina e mais da metade recuperou a sensibilidade e a força nas patas afetadas.

Agora, os cientistas da fundação Osvaldo Cruz começam a realizar o mesmo tratamento em 20 pessoas com paralisia. As células-tronco mesenquimais são retiradas do osso do quadril do próprio paciente, separadas e enriquecidas numa solução de hormônios e vitaminas.

Na incubadora, em condições especiais de temperatura e umidade, as células-tronco mesenquimais se multiplicam. Elas são mantidas por até um mês. É este processo que oferece aos cientistas a quantidade de células-tronco que eles necessitam para a pesquisa.

Para este primeiro estudo, os cientistas selecionaram apenas pessoas que tiveram a medula rompida na região do tórax. Elas serão submetidos a uma cirurgia semelhante às realizadas nos animais.
“Injetando diretamente na medula, no ponto onde você quer, no seu alvo, você tem uma maior concentração de células, que é o nosso diferencial em relação a outros estudos", disse o neurocirurgião Marcus Vinícius Mendonça.

A primeira cirurgia deve ser realizada ainda este mês. Depois de operados, os pacientes vão fazer fisioterapia durante seis meses para e serão acompanhados pela equipe nos próximos dois anos. Os cientistas estão animados, mas cautelosos: "Ninguém tem expectativa que um paciente que vai ser tratado com células-tronco e vai sair daqui correndo. Se eles tiverem melhora de alguns movimentos, isso já traz um benefício na qualidade de vida muito grande", falou o pesquisador da Fiocruz Ricardo Ribeiro.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Morador importa método de reabilitação

Centro de recuperação traz esperança para que vítimas de lesão medular voltem a andar

Érison Martins


Duas tragédias semelhantes uniram Fernanda Fontenele, de 23 anos, e Felipe Costa, 22. Ambos sofreram acidente de carro e tiveram lesão na medula espinhal – órgão responsável pela comunicação entre o cérebro e os membros – e tiveram que aprender a viver sobre cadeiras de rodas. Porém, os dois lutaram para reverter a situação e voltar a ter uma vida independente. Foi então que a história deles começou a se encontrar.

Felipe, morador de Alphaville, buscou inúmeros tratamentos para recuperar os movimentos das pernas. Chegou a passar quatro meses em Detroit, mas foi na Califórnia, também nos Estados Unidos, que ele descobriu o método que, segundo ele, mais lhe trouxe resultados.

O Método Dardzinski, desenvolvido no instituto Project Walk, foi criado há cerca de dez anos, com o objetivo de fazer com que pacientes com lesão medular possam voltar a andar. “É muito motivador, acima de tudo. Eles buscam o nosso limite, com sessões de exercícios intensivos e repetitivos durante três horas por dia”, avalia Felipe, que ficou um ano nos Estados Unidos e conseguiu recuperar parte dos movimentos e da sensibilidade das pernas.

Nesse mesmo período, ele conheceu Fernanda pela internet. Ela, moradora de Brasília, embarcou para a Califórnia após realizar uma campanha com a ajuda de amigos para arrecadar dinheiro e conseguir fazer o tratamento no mesmo local, onde se conheceram pessoalmente e começaram a namorar.

Fernanda participou do Project Walk por nove meses, e também garante que colheu resultados significativos. “Quando eu fui para os EUA, já tinha recuperado os movimentos dos braços, mas o equilíbrio de tronco, que é essencial, eu não tinha. Também não movimentava as pernas. Lá eu recuperei bastante coisa. Já consigo ficar em pé e o equilíbrio está muito melhor”, relembra.

Com o progresso que puderam sentir durante o tratamento, Felipe e Fernanda tiveram a ideia de criar o Acreditando, uma franquia do Project Walk para trazer o método ao Brasil, a fim de aprimorarem a si mesmos e também oferecer o tratamento àqueles que não podem bancar as despesas de uma viagem ao exterior. “Nós sabemos que se tivéssemos ficado mais tempo lá, com certeza voltaríamos a andar”, explica Fernanda. “Não ficamos mais porque o tratamento é muito caro”, completa.

A clínica vai funcionar no bairro do Butantã, em São Paulo, a partir de novembro. Uma equipe de profissionais irá para os Estados Unidos participar de um treinamento para poder abrir a franquia do Project Walk no Brasil. Eles calculam que o custo de uma hora de sessão deva reduzir dos atuais US$ 100 – cobrados no exterior – para cerca de R$100 no novo centro. Como o tratamento prevê três horas diárias, cinco vezes por semana, o investimento cairá de R$ 11 mil para aproximadamente R$ 6 mil por mês. “Sem contar que se a pessoa morar em São Paulo, não terá despesas com hospedagem, alimentação, passagem etc”, lembra Felipe.

Porém, ele alerta que o atendimento prestado no Project Walk corresponde a apenas 50% do resultado que o paciente pode atingir. “Vamos oferecer os profissionais qualificados, equipamentos e toda a estrutura necessária, mas isso não vale nada se a pessoa chegar lá e não der o máximo de si”, explica. “Antes de tudo, é preciso acreditar.”

Tanto Felipe quanto Fernanda se mostram entusiasmados com o empreendimento que estão iniciando. E garantem que a procura já é grande. “Fizemos divulgação em diversas redes sociais e muita gente está entrando em contato”, conta Fernanda. “Nós mesmos seremos nossos primeiros pacientes”, brinca Felipe.

Mãe funda ONG para oferecer ajuda

A psicóloga Juliana Costa, 47, sentiu na pele a angústia de uma família que tem um de seus membros envolvido em uma tragédia que o faça perder os movimentos. Mãe de Felipe, foi ela quem o acompanhou em boa parte do tempo em que ele ficou nos Estados Unidos.

Agora, com a implantação do Project Walk no Brasil, ela está fundando a ONG Novo Andar para levar esperança de voltar a andar às pessoas que sofreram lesão medular. “Mesmo pelo valor que será cobrado aqui, mais barato que no exterior, tem muita gente que quer fazer o tratamento, mas não tem dinheiro”, avalia.

Juliana, que atualmente trabalha em uma empresa de informática, pretende organizar eventos para arrecadar fundos e financiar o atendimento dessas pessoas. “Vou deixar minha carreira para me dedicar a isso”, garante.
























quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Censo do Lesado Medular

O Censo 2010 não incluiu as pessoas com deficiência, por esse motivo tive a ideia de fazer o Censo do Lesado Medular.


O Objetivo é Saber quantos somos e onde estamos, promover a integração de todos para trocarmos experiências e assim proporcionar uma melhor qualidade de vida a todos nós Lesados!

Vamos nos unir!!!

(clique no título "Censo do Lesado Medular" para acessa o blog Ser Lesado.)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Invasor usou cadeira de rodas para entrar no estádio de Durban

Mario Ferri levantou de repente e correu para o gramado; torcedor optará por multa ou prisão



O italiano que invadiu o campo na quarta-feira, durante a partida entre Alemanha e Espanha em Durban, usou uma cadeira de rodas para entrar no estádio, como revelou hoje a Polícia.

"De repente, ele se levantou e correu para o campo", disseram os policiais, que explicaram que o invasor poderá escolher entre pagar uma multa de 3 mil rands (R$ 696,6) ou passar três meses na prisão.

Segundo a Corte dedicada às questões da Copa do Mundo, Mario Ferri, de 23 anos, cometeu o delito de invasão de campo, mas não de entrada ilegal, já que possuía ingresso.

O invasor buscava protestar pela ausência o atacante Cassano na seleção italiana. Pelo mesmo motivo, Mario Ferri já tinha invadido o campo em novembro passado, durante o amistoso entre Itália e Holanda, em Pescara.

Fonte: http://www.copa2014.org.br/copadomundo2010/noticias/4476...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Passe Livre

Galerinha, mais informações que nos benificiam e que muita gente ainda não sabe. Existe o PASSA LIVRE INTERESTADUAL - Pessoas Carentes e Portadores de Deficiência. Você poderá viajar de um estado para o outro sem pagar nada Isso é Lei (Lei 8.899 de 29/06/1994. Decreto 3.691 de 19/12/2000), pode acessar o site do Ministério dos Transportes e imprimir seu requerimento. Agora também temos aqui no Paraná o PASSA LIVRE INTERMUNICIPAL - Pessoas Carentes com Deficiêcia (Lei 13.456 , de 11/01/2002. – Decretos 4742 , de 15/05/2009 e 6179/2010). Válido somente para viagens de um município para o outro dentro do Estado do Paraná. Acesse o site www.codic.pr.gov.br, imprima seu requerimento, siga os devidos procedimentos e BOA VIAGEM!!! Se você não é do Paraná, procure a Secretaria de Transporte do seu estado.


Curitiba ganha Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência


O prefeito Beto Richa e o vice Luciano Ducci criaram nesta segunda-feira (29) a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, nova área da administração municipal que vai articular as ações deste setor entre todas as secretarias municipais e outras esferas de governo, e formar parcerias com a iniciativa privada e organizações não-governamentais.

"No dia em que Curitiba comemora seu aniversário de 317 anos resgatamos a dívida que a cidade ainda tinha com essa parcela importante de seus moradores, criando uma secretaria que vai encaminhar soluções para as maiores dificuldades das pessoas com deficiência", disse o prefeito.

>> Curitiba dobra índice de acessibilidade no transporte

Cerca de 15% da população brasileira têm alguma deficiência física, auditiva, visual ou intelectual, segundo dados do IBGE e Ministério da Saúde. Em Curitiba, são quase 300 mil pessoas com deficiências motoras ou mentais - o equivalente à população inteira de uma cidade de grande porte, como Ponta Grossa e Maringá.

O prefeito Beto Richa lembrou que, no início de sua gestão, em 2005, criou a assessoria especial da pessoa com deficiência, que colaborou no planejamento das ações municipais. "Agora tenho o orgulho de anunciar a criação da secretaria como meu último ato administrativo à frente da Prefeitura de Curitiba", afirmou ele. O nome do secretário responsável pela nova pasta será escolhido e anunciado até o fim da semana.

Estiveram presentes os vereadores Julieta Reis, Felipe Braga Cortes, Zé Maria e Caíque Ferrante, o deputado federal Alfredo Kaefer, o senador Flávio Arns, a presidente da FAS, Fernanda Richa, e secretários municipais. O projeto da lei que propôs a criação da secretaria é de autoria do vereador Zé Maria.

Sites - Richa destacou algumas ações que o Município já desenvolve no setor e que são exemplo nacional, como a acessibilidade no transporte coletivo, que tem 86% dos ônibus equipados para atendimento a pessoas com dificuldade de locomoção, e trabalha com a meta de acessibilidade em 100% do sistema.

Curitiba conta ainda com um serviço pioneiro no país - linhas de ônibus destinadas ao atendimento de portadores de deficiência, com o único terminal de transporte também exclusivo para deficientes no país. É o Sistema Integrado de Transporte para o Ensino Especial (Sites) que oferece 50 ônibus e atende 2,3 mil alunos de 35 escolas especiais. As linhas fazem trajetos que permitem, se necessário, buscar e deixar o aluno em casa, sem que ele tenha que se deslocar até o terminal.

Ação Social - Na área da assistência social, as ações são concentradas no programa Amigo Curitibano - com atendimento especial de saúde, capacitação profissional, esporte, lazer e educação -, coordenado pela Fundação de Ação Social (FAS) em parceria com as demais secretarias municipais, e acompanhadas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

O presidente do Conselho, Mauro Nardini, comemorou a criação da secretaria. "A iniciativa demonstra que o assunto é levado a sério pela Prefeitura de Curitiba", afirmou Nardini, que preside a Associação dos Deficientes Físicos do Paraná.

O assessor especial da Prefeitura de Curitiba para as pessoas com deficiência, Irajá de Brito Vaz, afirmou que a nova secretaria é um momento histórico para a cidade. "É a realização dos nossos sonhos e das nossas famílias, e a demonstração da sensibilidade da Prefeitura para nossas necessidades", disse ele.

O secretário municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Marcos Belisário, participou da solenidade e comentou a importância da criação da Secretaria curitibana. "Hoje alguns de nós pode dizer que não tem deficiência, mas um dia, no futuro, todos poderemos ter dificuldades de mobilidade, por isso promover e respeitar os direitos da pessoa com deficiência é um investimento em nós mesmos".

Ele disse que é necessária uma mudança de cultura das pessoas para essa nova mentalidade e citou como exemplo o respeito às vagas de estacionamento para idosos e deficientes em espaços públicos, como as ruas, e privados, como os shopping centers e supermercados. Em Curitiba, o estacionamento privativo está sendo fiscalizado pela Diretoria de Trânsito (Diretran) da Urbs em todos os locais da cidade.

Também foi anunciado na solenidade o projeto de identificar internamente todos os ônibus e táxis da cidade com plaquetas em braile, com o número do veículo, afixadas na frente dos assentos reservados para idosos, gestantes e portadores de deficiência, e nos bancos dos táxis. O projeto é de autoria do vereador Felipe Braga Cortes. (publicado em 29/03/2010 no site da Prefeitura Municipal de Curitiba)