Um Ser humano saudável é capaz de manter uma temperatura corporal constante de aproximadamente 35.8C independente da temperatura do ambiente. Em um ambiente quente, o corpo envia um sinal ao cérebro através da medula espinhal para dizer que o corpo é o superaquecimento, o cérebro envia um sinal de volta para a medula espinhal e diz ao corpo para refrescar-se pelo suor que evapora e resfria a pele . No tempo frio, o organismo sente a temperatura mais baixa e nosso cérebro nos diz para colocar mais roupa para nos aquecer.
Regulamento da temperatura na lesão medular
A maioria das pessoas com lesão medular completa não suam abaixo do nível da lesão e muitos tetraplégicos não podem suar mesmo acima da lesão (embora possam suar devido ao Disreflexia autonômica). Com a perda da capacidade de suar ou da vasoconstrição dentro dos dermátomos afetados o paciente se torna poiquilotérmicos e necessita de um controle rigoroso das suas condições ambientais. Portanto, se um paraplégico ou tetraplégico é levado a uma temperatura exterior mais de 32,2C, especialmente quando a umidade é alta, a temperatura do corpo vai começar a subir (Poikilothermia). Da mesma forma em um ambiente frio, o organismo não é capaz de obter as mensagens ao cérebro que o corpo está a arrefecer, e se não tratada, a pessoa irá em breve tornar-se hipotermica.
Resfriamento na lesão medular
Uma das melhores maneiras para uma pessoa com uma lesão na medula espinhal para resfriar é ter uma toalha molhada fria enrolada na parte de trás do pescoço. A pele também deve ser umedecida para permitir que a água evaporar da pele, e portanto resfriando o corpo.É um pouco como o suor artificial. Se eu sair de férias, eu levo um spray de água comigo, pulverizo minha cabeça e os ombros com água fria, se eu acho que estou ficando muito quente.
Alguns dos sintomas de superaquecimento que tetraplégicos como eu C5/C6 sofrem são: dor de cabeça, congestão nasal, cansaço e redução da concentração. A forma como eu trato o super aquecimento é beber bastante líquido gelado, comer regularmente, coloque uma toalha molhada fria na parte de trás do pescoço, e pulverize o rosto com uma névoa de água. Para a congestão nasal, eu uso um descongestionante nasal, e é surpreendente quão efetivo isto pode ser para o resfriamento do corpo. A mais óbvia é também de se sentar à sombra!
Super Aquecendo na lesão medular
Se eu ficar muito frio, a única coisa que posso fazer é sentar-se perto do fogo e colocar muita roupa, e beber líquidos quentes para trazer de volta a minha temperatura central até normal.
Claro, se eu me sentar em frente ao fogo por muito tempo, eu fico muito quente e nós temos que começar a partir do topo de novo!
Fonte: Apparedyzed
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
O valor de uma amizade
Você sabe qual o significado de amizade? O valor de uma amizade? Qual a sua importância?
Amizade - do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afetiva, a princípio sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.
A própria Bíblia traz alguns trechos que falam sobre a amizade:
1. I Samuel, capítulo 20, vs 1 à 42;
1. I Samuel, capítulo 20, vs 1 à 42;
2. Provérbios, capítulo 17, vs 17;
3. João, capítulo 15, vs 13.
Dizem que a amizade é mais valiosa que diamante. Posso garantir que isso é verdade, pois amizade verdadeira vale mais do que qualquer objeto de valor inestimável. Amizade tem valor, é claro, mas é um valor impossível de ser calculado, não há riqueza no mundo que possa representar o valor de uma amizade.
Muitas pessoas procuram amigos pelo status social, pela riqueza que possuem, pela fama, etc. Pode ser que até sejam amigos. Mas se por um acaso da vida, esses amigos perderem tudo o que possuem da noite pro dia, essa pessoa vai estar do lado?
São nesses momentos que descobrimos quem são os amigos verdadeiros, aqueles que estão do seu lado em qualquer situação da sua vida, não se importando se você tem dinheiro ou não. Àqueles que não esperam recompensa nenhuma, apenas a sua amizade.
Faça um teste, dê uma bela festa e convide seus 'amigos'. Aposto que todos vão comparecer. Agora, tente ligar no dia seguinte, pedindo se eles podem lhe ajudar a organizar a 'bagunça' da festa. Você vai se surpreender com as respostas, ou melhor dizendo, com as desculpas que seus 'amigos' lhe dirão.
Nesses momentos que paramos pra pensar se àquela pessoa realmente é seu amigo. Essas pessoas só são suas amigas enquanto você pode oferecer alguma vantagem pra eles, pois apartir do momento que você não puder, eles te abandonarão, não vão nem lembrar que você existiu, ou das incríveis festas que você preparou para eles se divertirem.
Pense bem ao escolher seus amigos. Você prefere aqueles que se sentem como membros da sua família ou àqueles que tem medo de chegar no portão da sua casa.? O que diz que sente saudade depois de ficar um dia sem te ver, ou o que passa um mês sem falar contigo e quando te encontra diz: '- quanto tempo!'?
Pensa e reflita, "quem são seus amigos!"
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Biga
Biga, um triciclo sensacional que foi projetado com muita criatividade para melhorar a qualidade de vida de pessoas portadoras de necessidades especiais. Com o Biga pessoas com cadeira de rodas podem ter maior liberdade de locomoção do que em um veículo adaptado, pois tem as vantagens de não apresentar as dificuldades na entrada e saída do carro. O biga é um triciclo motorizado de três rodas com uma roda na dianteira e duas traseiras, dotado de todos os sistemas necessários para locomoção como sistema de freio, sinalização, iluminação, suspensão, e os demais que são exigidos por lei. A roda do motor é a dianteira, assim a parte de trás ficou toda para a rampa articulada que fica entre as duas rodas traseiras, bem próxima ao solo. Ao subir na rampa, o cadeirante fica firme no lugar graças ao peso da cadeira e dispositivos de aperto rápido. Na frente da cadeira de rodas existe um guidão, do mesmo tipo usado em motocicletas, com todos os comandos necessários para a dirigibilidade do triciclo. O banco do triciclo é sua própria cadeira de rodas. Quando acabar o passeio é só sair da mesma forma, sem qualquer necessidade de ajuda.
Segundo o seu autor, o projeto do triciclo para PNEs utiliza conhecimentos tecnológicos da Área de Mecânica Automotiva, Mecânica de Motocicleta, Mecânica Geral (Tornearia e Ajustagem), Soldas e Conhecimentos de Física (Resistência de Materiais).
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Reflita
Vivemos em um mundo cheio de diferenças, onde a injustiça parece reinar. Basta ligar a TV para sabermos das desgraças que acontecem no mundo, mortes, desastres naturais, acidentes, suicídios, abortos... crimes banais, pessoas passando fome, jovens se drogando, prostituição... Se você pensa que isso não acontece na sua rua, esperimente olhar com mais atenção o outro lado da rua, ou apenas abra os olhos, saia da escuridão. A sua indiferença o torna cego para os problemas da sociedade, do mundo à sua volta. Você se esconde no seu submundo, tentando achar uma saída, mas não encontra. No fim você acabará em quarto escuro sem janelas, com medo de espiar pela fechadura ou abrir a porta para que um raio de luz entrar e começar a fazer a mudança.
Se você olhar para dentro de si, verás que pode muito mais do pensa, você pode mudar o mundo começando por você. Não é tão difícil ajudar alguém. Ajude aquela senhora, sim, aquela senhora com cabelos brancos, que utiliza uma bengala para se apoiar e está parada no sinal, ajude-a à atravessar a rua. Aquele Cadeirante que está tentando subir uma calçada onde não tem guia rebaixada, aproxime-se, sem medo, e pergunte se você pode ajudá-lo. Só não espresse sentimento de "pena" por ele, apenas respeito. Diga bom diapro seu vizinho, sim, aquele vizinho que você considera um chato, mas nunca lhe dirigiu a palavra, quem sabe com um BOM DIA, você mude sua opinião sobre ele.
Não condene aquele 'maltrapilho' que passa na sua rua todo dia, os problemas dele podem ser maiores que o seu, procure saber como você pode ajudá-lo, quem sabe ele só precise se alguém que lhe indique um caminho. Não brigue com aquele garotinho que joga bola na frente sua casa, afinal ele está sozinho não é mesmo?! o que ele quer, é alguém que possa brincar com ele ou apenas um pouco de atenção.
Vou deixar aqui uma música pra você ouvir. Ouça, preste atenção em cada letra que a compõe. E depois diga a você mesmo, sim, eu posso fazer a diferença.
Se você olhar para dentro de si, verás que pode muito mais do pensa, você pode mudar o mundo começando por você. Não é tão difícil ajudar alguém. Ajude aquela senhora, sim, aquela senhora com cabelos brancos, que utiliza uma bengala para se apoiar e está parada no sinal, ajude-a à atravessar a rua. Aquele Cadeirante que está tentando subir uma calçada onde não tem guia rebaixada, aproxime-se, sem medo, e pergunte se você pode ajudá-lo. Só não espresse sentimento de "pena" por ele, apenas respeito. Diga bom diapro seu vizinho, sim, aquele vizinho que você considera um chato, mas nunca lhe dirigiu a palavra, quem sabe com um BOM DIA, você mude sua opinião sobre ele.
Não condene aquele 'maltrapilho' que passa na sua rua todo dia, os problemas dele podem ser maiores que o seu, procure saber como você pode ajudá-lo, quem sabe ele só precise se alguém que lhe indique um caminho. Não brigue com aquele garotinho que joga bola na frente sua casa, afinal ele está sozinho não é mesmo?! o que ele quer, é alguém que possa brincar com ele ou apenas um pouco de atenção.
Vou deixar aqui uma música pra você ouvir. Ouça, preste atenção em cada letra que a compõe. E depois diga a você mesmo, sim, eu posso fazer a diferença.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Redescobrindo a Vida
Depois de receber uma segunda chance, descobrimos que é preciso apreciar as coisas simples da vida, observar os detalhes, se preocupar apenas com o que é mais importante: VIVER!
Sair de casa num lindo domingo de verão, aproveitar o dia ao máximo e, de repente, sem saber o que aconteceu de fato, você acorda em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Você mal consegue abrir os olhos e, vê ao seu lado um frasco de Soro e duas “bolsas” de sangue, ambas ligadas em seu braço. Depois de relatarem a você o que aconteceu, sente-se bem por estar vivo (a), e o mais importante, esquecem de te falar: “você teve uma lesão medular e está paraplégica”, que você passará parte da sua vida ou toda ela dependendo de uma cadeira de rodas para se locomover. Passam-se mais alguns dias no hospital e as horas que faltam pra você voltar pra casa parecem durar uma eternidade.
A partir desse momento você começa a assimilar que as coisas são bem mais complexas do que imagina. Que passar 24 horas do seu dia em uma cama seria insuportável, que depender de alguém pra ajudar você a fazer tudo - tudo mesmo - é constrangedor e muitas vezes irritante, que ter que acordar várias vezes durante a noite para tomar remédio é cansativo, e que, não conseguir dormir durante a noite dá vontade de chorar, que ver seu irmão ou irmã dormir no lado de sua cama é um gesto de amor, que você se irrita fácil com certas situações e tantas outras coisas que depois de um tempo você percebe que de certo modo elas fizeram você amadurecer.
E a vida continua, mesmo em uma cadeira de rodas você precisa viver a sua vida, não pode simplesmente deixá-la de lado. Tudo bem que sair de casa agora se tornou mais complicado pra você, mas não impossível. Convide seus amigos, saia pra balada, não interessa se a festa é no segundo andar e só tem escadas, vocês com certeza arrumam um jeitinho pra subir. Mostre para as pessoas que pensam que sua vida acabou, que ela se tornou mais interessante agora, pois você sabe que ao seu lado estão seus verdadeiros amigos e que você tem muita sede de viver, de enfrentar os obstáculos, de desafiar as situações adversas. Jamais desista dos seus sonhos, trace-os novamente e busque alcançá-los de cabeça erguida, mesmo que centenas de pessoas digam que você jamais conseguirá realizá-los. Ignore esses pensamentos negativos, pois você é capaz.
Para sua surpresa, certas pessoas, tornam-se suas amigas, admiram você, ajudam você e, quem sabe, até apaixonem-se por você.
Sorria, sonhe, grite e cante bem alto pra todo mundo ouvir que você é feliz e que você pode sim fazer o que deseja. Namore muito, cuide do seu corpo, da sua saúde, do seu intelecto, seja vaidoso (a), continue lutando pelo seu espaço, ame e seja amado (a). Seja feliz acima de tudo, siga seu caminho, pois o que é seu ninguém tira e Deus com certeza está contigo sempre.
(Larissa Z.)
Sair de casa num lindo domingo de verão, aproveitar o dia ao máximo e, de repente, sem saber o que aconteceu de fato, você acorda em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Você mal consegue abrir os olhos e, vê ao seu lado um frasco de Soro e duas “bolsas” de sangue, ambas ligadas em seu braço. Depois de relatarem a você o que aconteceu, sente-se bem por estar vivo (a), e o mais importante, esquecem de te falar: “você teve uma lesão medular e está paraplégica”, que você passará parte da sua vida ou toda ela dependendo de uma cadeira de rodas para se locomover. Passam-se mais alguns dias no hospital e as horas que faltam pra você voltar pra casa parecem durar uma eternidade.
A partir desse momento você começa a assimilar que as coisas são bem mais complexas do que imagina. Que passar 24 horas do seu dia em uma cama seria insuportável, que depender de alguém pra ajudar você a fazer tudo - tudo mesmo - é constrangedor e muitas vezes irritante, que ter que acordar várias vezes durante a noite para tomar remédio é cansativo, e que, não conseguir dormir durante a noite dá vontade de chorar, que ver seu irmão ou irmã dormir no lado de sua cama é um gesto de amor, que você se irrita fácil com certas situações e tantas outras coisas que depois de um tempo você percebe que de certo modo elas fizeram você amadurecer.
E a vida continua, mesmo em uma cadeira de rodas você precisa viver a sua vida, não pode simplesmente deixá-la de lado. Tudo bem que sair de casa agora se tornou mais complicado pra você, mas não impossível. Convide seus amigos, saia pra balada, não interessa se a festa é no segundo andar e só tem escadas, vocês com certeza arrumam um jeitinho pra subir. Mostre para as pessoas que pensam que sua vida acabou, que ela se tornou mais interessante agora, pois você sabe que ao seu lado estão seus verdadeiros amigos e que você tem muita sede de viver, de enfrentar os obstáculos, de desafiar as situações adversas. Jamais desista dos seus sonhos, trace-os novamente e busque alcançá-los de cabeça erguida, mesmo que centenas de pessoas digam que você jamais conseguirá realizá-los. Ignore esses pensamentos negativos, pois você é capaz.
Para sua surpresa, certas pessoas, tornam-se suas amigas, admiram você, ajudam você e, quem sabe, até apaixonem-se por você.
Sorria, sonhe, grite e cante bem alto pra todo mundo ouvir que você é feliz e que você pode sim fazer o que deseja. Namore muito, cuide do seu corpo, da sua saúde, do seu intelecto, seja vaidoso (a), continue lutando pelo seu espaço, ame e seja amado (a). Seja feliz acima de tudo, siga seu caminho, pois o que é seu ninguém tira e Deus com certeza está contigo sempre.
(Larissa Z.)
sábado, 31 de julho de 2010
Becky (Amiga de Barbie) em Cadeira de Rodas

Num artigo publicado na revista One in Ten, da Rehabilitation International, no ano de 1998, Tomas Lagerwall, então do Swedish Handicap Institute (hoje é Secretário Geral da Rehabilitation International) escreveu: "Muitas garotas e alguns meninos brincam com uma boneca chamada Barbie. Becky, a amiga de Barbie, usa uma cadeira de rodas.
A boneca tem ajudado crianças a se acostumar com o fato de que algumas pessoas têm deficiência e que os recursos que usam fazem parte de suas vidas. Há também bonecos e bonecas com deficiências, sendo produzidos em países mais pobres. Esses brinquedos, que estimulam a aceitação, podem ter uma forte influência sobre as atitudes das crianças para com as deficiências" (Thomas Lagerwall).
Gente Muito Famosa em Cadeira de Rodas

Cremos que uma das figura mais famosas e importantes, que viveu no Século XX e que foi vítima da poliomielite, quando já era Presidente dos Estados Unidos, foi Franklin Delano Roosevelt.
Embora fosse notório que seus assessores (e ele mesmo) evitassem que fosse visto ou movimentado em público e fotografado utilizando uma cadeira de rodas, não a dispensava em momentos especiais. Nesta foto, ele dava seu apoio à campanha nacional contra a poliomielite e levava ao colo seu cão para reduzir o impacto de sua evidente deficiência física.

Num artigo publicado na revista One in Ten, da Rehabilitation International, no ano de 1998, Tomas Lagerwall, então do Swedish Handicap Institute (hoje é Secretário Geral da Rehabilitation International) escreveu: "Muitas garotas e alguns meninos brincam com uma boneca chamada Barbie. Becky, a amiga de Barbie, usa uma cadeira de rodas.
A boneca tem ajudado crianças a se acostumar com o fato de que algumas pessoas têm deficiência e que os recursos que usam fazem parte de suas vidas. Há também bonecos e bonecas com deficiências, sendo produzidos em países mais pobres. Esses brinquedos, que estimulam a aceitação, podem ter uma forte influência sobre as atitudes das crianças para com as deficiências" (Thomas Lagerwall).
Gente Muito Famosa em Cadeira de Rodas

Cremos que uma das figura mais famosas e importantes, que viveu no Século XX e que foi vítima da poliomielite, quando já era Presidente dos Estados Unidos, foi Franklin Delano Roosevelt.
Embora fosse notório que seus assessores (e ele mesmo) evitassem que fosse visto ou movimentado em público e fotografado utilizando uma cadeira de rodas, não a dispensava em momentos especiais. Nesta foto, ele dava seu apoio à campanha nacional contra a poliomielite e levava ao colo seu cão para reduzir o impacto de sua evidente deficiência física.
Acessibilidade

Quem me dera que todas as calçadas do Mundo fossem acessíveis. Que todos os prédios ‘públicos’ ou 'privados' tivessem acesso aos Portadores de Necessidades Especiais.
Não por que somos ‘diferentes’, mas porque todo e qualquer cidadão tem o direito de ‘ir e vir’. Que nós, muitas vezes considerados incapazes, também somos consumidores ativos.
O que se pode fazer em relação à isso?
Unir forças com pessoas de interesse comum, mobiliza a sociedade, fazer valer o nosso direito. Porque juntos, podemos MAIS.
Yes, we can!
(Larissa Z.)
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Diferenças?!
Quais são as diferenças entre um 'andante' e um 'cadeirante'?
Muitos vão fazer rapidinho uma enorme lista com essas tais 'diferenças'. É uma pena que, em um mundo tão globalizado, existam pessoas que tenham a capacidade de fazer essa 'listinha'.
A única e mera diferença que pode existir, é a de que 'nós' cadeirantes, precisamos de uma cadeira de rodas para nos locomover. E isso jamais vai nos impedir de ir a um estádio de futebol assistir o jogo do nosso time de coração, ir pra balada com a galera, ao supermercado, ao shopping, ao cinema, à um barzinho... e até mesmo a praia. Nem mesmo uma escada vai nos impedir. Mesmo sabendo que qualquer prédio público ou privado DEVE SER ACESSÍVEL A TODOS, sem excessão.
A nossa limitação está apenas em nossa cabeça, já se passou a época em que os "deficientes" viviam entre quatro paredes e ainda muitas vezes no escuro.
Eu sou mais uma que estou na luta para conquistar o nosso direito de ir e vir. O direito da ACESSIBILIDADE. Não porque sou cadeirante, mas por todos que tenham alguma limitação e precisam ter acesso a diversos locais, tanto públicos ou privados. Pode ser no supermercado, na farmácia, na escola, no INSS, no Posto de Saúde... Enfim, são tantos os locais em que pessoas idosas com dificuldade de se locomover que usem muletas, andador ou cadeira de rodas. E não somente os idosos, mas todo e qualque ser humano que tenha algum limitação temporária ou permanente.
Sim, claro. Nós cadeirantes saímos de casa para ir ao supermercado, também namoramos, vamos pra balada, ao shopping... Somos consumidores como qualquer outra pessoa. Incrível não é?!
Pare e pense, juntos podemos fazer mais!
(Larissa Z.)
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